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:: Sábado, Maio 28, 2005 ::
Curte a música que tá tocando de 'fundo' e aproveita o final de semana!!!
Everybody's talking at me
I don't hear a word they're saying
Only the echoes of my mind
People stopping staring
I can't see their faces
Only the shadows of their eyes
I'm going where the sun keeps shining
Thru' the pouring rain
Going where the weather suits my clothes
Backing off of the North East wind
Sailing on summer breeze
And skipping over the ocean like a stone
Harry Nilsson
:: 3:25 PM ::
escreve algumas linhas aê:
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:: Quinta-feira, Maio 26, 2005 ::
Diálogo 1
Não sei mais o que fazer? Como assim? Ah, parece que quanto mais quieta eu fico, mais vem gente me encher o saco. Mas o que é esse teu "ficar quieta"? Ficar na minha, não pensar em nada, ficar em casa assistindo filme na madrugada e tomando vinho sozinha. E isso é ruim? Claro que não, ruim são as pessoas que acham que a gente precisa tá sempre fazendo alguma coisa. Que a gente precisa tá sempre se mexendo atrás de alguma coisa ou atrás de alguém. Ah Paula, também não é assim né, vai ver a galera quer é te ver por perto, estar contigo, sei lá. Ah, mas não me deixam quieta. Então não atende o telefone. É, boa idéia.
Diálogo 2
Ahahah... tu viu o que aquele cara fez? Não, o quê? Tava dançando no meio da rua. Deve ser louco! Tu acha? Claro, deve ter algum problema. Eu não acho, olha ele lá. Não tem cara de louco, e aquela menina no lado dela parece ser namorada dele. Então são dois loucos! Não viaja Rodrigo, só porque o cara dança no meio da calçada ele é louco? Eu acho. Ah, tu é um chato mesmo! Prefiro ser chato do que louco! Tu é um chato! Tô brincando Paula, o cara não é louco não! Ah é?!? É! E por quê? Porque eu também já dancei no meio da rua um dia!!!
Diálogo 3
Você já pensou em sair correndo pelado por aí? Eu? Claro que não! Que idéia! Pois eu morro de vontade. Para que? Sei lá. Para sentir a liberdade. Liberdade? Você ia é parar na cadeia, sem nenhuma liberdade. Mas eu tenho vontade. Podia ser de madrugada... E por quê você não faz isso então? Sei lá, não sei se tenho coragem. Se você quiser eu te acompanho. Você? Você não acabou de achar que era uma idéia estranha. É, achei, mas agora ela me parece simpática. Sei lá, estou te achando meio estranho... Vamos lá, eu topo. Não, acho melhor não. Acho que você está ficando maluco.
Os nomes foram trocados para evitar constrangimentos...
:: 7:33 PM ::
escreve algumas linhas aê:
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:: Quarta-feira, Maio 25, 2005 ::
É quando tu tem vontade de falar alguma coisa, quando os sentimentos e os pensamentos estão a mil na tua cabeça. Daí tu começa a escrever, escreve escreve, volta e apaga tudo, por achar que tá falando alguma coisa errada. Ou então por não querer falar, por não saber se pode falar, por não saber que aquilo que tá na tua cabeça é a mesma coisa que 'ronda' a cabeça da pessoa que tá na tua cabeça. E daí, tu escreve e escreve, e volta, e apaga, e escreve de novo, e assim vai. E daí, tu descobre que já escreveram tudo o que tu tá sentindo naquele momento. Pronto. Não precisa escrever mais. Apenas torcer pra que estejam sentindo a mesma coisa que tu. Naquele momento, ou antes, ou depois, ou durante...
De quando o amor me entortou
Olha, moça bonita do sorriso angular: eu sei que você não sabe o quanto você é linda, o quanto você é linda, o quanto você é linda e o quanto o mundo ficou melhor depois que você surgiu debaixo do azul deste céu de meu Deus. Eu sei que você nem imagina como o fluxo do tempo mudou depois que seu olhar resolveu desembarcar neste planeta, e que nem percebe que aquele velho senhor de barbas brancas, aquele, que regula os ponteiros dos dias, agora desacelera indevidamente o hoje quando, aqui e ali, habito o inevitável vácuo entre o seu adeus e o momento em que meus olhos repousam em sua voz. Sim, porque sua voz é sólida. Sua voz é de uma solidez fluida e com cheiro de nuvem fofa em dia de outono. Sei que isso lhe parece estranho. Mas é que neste minifúndio achatado nos pólos que vaga pelo infinito os conceitos de sólido, líquido, gasoso e todos os demais pré e conceitos (tão vetustos e cientificamente imprecisos) que nos prendem à impermanência perderam seu caráter definitivo. Não há mais nada, nada, neste ou em qualquer outro ponto de qualquer lugar, que seja tão real e tão preciso e tão sólido e tão firme quanto a realezidade da sua presença. E, mesmo que digam o contrário em algum noticiário qualquer, mesmo que dê manchete no NYT, mesmo que esteja colado em um poste de rua em Ouro Preto, mesmo que seja dito por um ganhador do Nobel de Química ou de Física, não há nada, mais nada, que seja mais claro, mais óbvio e não-cientificamente comprovado que a alegria que toma conta da Terra do Nunca que existe dentro de mim pelo simples e complexo fato de você, todas as manhãs, vestir sua fantasia de fada e sair espalhando, sobre os antes tão chuvosos dias de meus olhos, esse verde esse cabelo essa pele esse corpo esses dedos essa boca esses gestos esse tudo que me faz acreditar que a vida, sim, é o que existe de mais perfeito, só que depois, bem depois, muito e muito depois de você.
Por André Gonçalves, do Cabeza Marginal
E o que eu queria mesmo, era um sábado com lua bonita no céu pra poder andar de bicicleta no domingo de sol...
:: 2:55 AM ::
escreve algumas linhas aê:
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:: Terça-feira, Maio 24, 2005 ::
"Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma
vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é
acionado, nem chega com hora marcada.
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e
que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece
carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente
cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais
agradável.
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas
pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava.
Não nos contaram que isso tem nome: anulação.
Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma
relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de
hora devem ser reprimidos.
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os
que transam pouco são caretas, que os que transam muito não
são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto.
Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a
mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade.
Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são
alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente.
Cada um vai ter que descobrir sozinho.
E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo...
vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém"
Dizem que é do John Lennon esse texto.
:: 9:49 PM ::
escreve algumas linhas aê:
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Semana Estadual do Meio Ambiente 2005 - de 27/05 a 05/06
O crescimento da população humana exerce inúmeras pressões sobre o meio ambiente. Os recursos naturais estão sendo fortemente afetados pelos processos de utilização de forma não sustentável, levando à degradação e exaustão deste patrimônio.
Para preservar estes recursos é preciso buscar uma permanente melhoria na qualidade do ambiente em que vivemos. Por isso, a Semana Estadual do Meio Ambiente propõe debater a gestão ambiental.
Proporcionar o menor impacto ambiental possível, garantir a conservação da biodiversidade e permitir melhor qualidade de vida: isto é gestão ambiental. Este tema está relacionado a toda sociedade.
Contribua para a gestão ambiental.
Progamação no site da Sema.
:: 7:29 PM ::
escreve algumas linhas aê:
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:: Segunda-feira, Maio 23, 2005 ::
Trabalhar na noite-madrugada de domingo para segunda-feira das 21hs às 05hs: cansado pra caraca.
Dirigir na volta pra casa às 05h30, o CD preferido tocando no carro, pensamentos a mil, um frio de 10 graus em Porto Alegre, sem uma alma viva na rua, olhar pro céu, ver ela ali te acompanhando e ainda conseguir registrar: não tem preço!!!
A lua no céu de Porto Alegre, numa madrugada fria
Ô menina, tu aí, presta atenção na letra dessa música que tá tocando...
:: 5:47 AM ::
escreve algumas linhas aê:
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Pensa nada não, só lê...
"Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião. Difícil é expressar por atitudes e gestos que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá. Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias. Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado. Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz. Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação. Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer. Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado. Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais. Fácil é sentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar. Difícil é mentir para o nosso coração. Fácil é ver o que queremos enxergar. Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil. Fácil é dizer "oi" ou "como vai?" Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas... Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados. Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa. Fácil é querer ser amado. Difícil é amar complemente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar é se entregar. Fácil é a música que toca. Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo mostrando nossas escolhas erradas. Fácil é ditar regras. Difícil é ter que segui-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção da vida dos outros. Fácil é perguntar o que deseja saber. Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta. Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade. Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar com vontade de rir, de alegria. Fácil é dar um beijo. Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro. Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida. Difícil é entender que somente uma vai te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro. Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica. Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado. Fácil é sonhar todas noites. Difícil é lutar por um sonho."
:: 4:15 AM ::
escreve algumas linhas aê:
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Pelo ocorrido no último sábado, disponibilizo uma informação que já passou por aqui em 06 de junho de 2004.
Muita gente não tem acesso ao conteúdo de leis e projetos de lei. A seguir o Projeto de Lei aprovado em janeiro de 2003 pelo Governador Germano Rigotto.
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PROJETO DE LEI Nº 090/2003
Dispõe sobre a demarcação das áreas de pesca, desportos, lazer e recreação, prevista pela Lei nº 8.676, de 14 de julho de 1988, sua observância, fiscalização e sanções.
Artigo 1º - A demarcação prevista pela Lei nº 8.676, de 14 de julho de 1988, dos locais de pesca profissional ou amadora, de desportos de diferente natureza, de recreação ou lazer em geral, na orla marítima, lacustre ou fluvial, far-se-á mediante placas visíveis, com dizeres claros, afixadas nas áreas de circulação junto às praias, obedecendo a modelos padronizados, em todas as regiões do Estado.
Artigo 2º - O formato das placas, suas dimensões, símbolos, cores, apresentação e dizeres serão de responsabilidade da Brigada Militar, que deverá remeter os respectivos modelos e instruções aos municípios da orla marítima, lacustre ou fluvial.
Parágrafo Único - Observado o disposto nesta Lei, poderá a Brigada Militar orientar sobre outros tipos de sinalização, consideradas as exigências de diferentes situações e modalidades desportivas.
Artigo 3º - Os pescadores profissionais ou amadores e os esportistas de qualquer modalidade aquática, praticada nas áreas mencionadas nesta Lei, deverão portar carteira de identificação, com numeração própria, endereço, filiação e tipo sangüíneo, fornecida pela respectiva associação.
Artigo 4º - No equipamento de pesca e de desporto que permanecer na orla, sem a presença de seu usuário, deverá ser afixada etiqueta legível com o nome, o número da carteira de identificação e o endereço do proprietário.
Artigo 5º - A Brigada Militar fiscalizará a observância da demarcação existente na orla marítima, lacustre e fluvial e aplicará as seguintes sanções:
I - apreensão do equipamento utilizado pelo transgressor da área sinalizada;
II - apreensão do equipamento encontrado fora da área permitida pela sinalização;
III - apreensão do equipamento em caso de descumprimento do disposto nos artigos 3º e 4º;
IV - multa de 100 UFIRs para o infrator, ou seu responsável legal, acrescida de 50% deste valor em caso de reincidência por uma vez, 100% em caso de segunda reincidência, 150% em caso de terceira e assim sucessivamente.
Parágrafo 1º - O equipamento apreendido somente será devolvido depois de transcorridos 30 dias da apreensão, mediante solicitação do interessado e comprovação do pagamento da multa.
Parágrafo 2º - O equipamento não retirado, transcorridos seis meses desde sua apreensão, será vendido em hasta pública.
Artigo 6º - Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.
Artigo 7º - Revogam-se as disposições em contrário.
Sala de Sessões, em Porto Alegre, 16 de fevereiro de 2003.
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Em tempo, em janeiro de 2004, entrou em vigor a lei que obriga as prefeituras a colocarem placas de sinalização em áreas destinadas ao surfe, à pesca e ao banho. De acordo com a legislação, os prefeitos podem ser responsabilizados criminalmente por mortes causadas pela falta de sinalização. Os pescadores também podem ser punidos. Conforme um levantamento feito pelo então deputado estatual Sanchotene Felice (PSDB), autor da lei, desde 1978 pelo menos 44 surfistas haviam morrido da mesma forma que Júlia.
:: 3:57 AM ::
escreve algumas linhas aê:
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